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Mon February 25 2008
Louis Daniel Armstrong (Nova Orleans, 4 de agosto de 1901 — Nova Iorque, 6 de julho de 1971) Falar de Jazz sem falar de Louis Armstrong seria o ...
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Louis Daniel Armstrong (Nova Orleans, 4 de agosto de 1901 — Nova Iorque, 6 de julho de 1971) Falar de Jazz sem falar de Louis Armstrong seria o mesmo que falar da Bíblia e não
falar de Moisés. Louis Armstrong, nasceu na zona mais pobre de Nova Orleães, conhecida como "campo de batalha" a 4 de Agosto de 1901. Aquando do seu falecimento em 1971, o homem
conhecido em...
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Louis Daniel Armstrong (Nova Orleans, 4 de agosto de 1901 — Nova Iorque, 6 de julho de 1971) Falar de Jazz sem falar de Louis Armstrong seria o mesmo que falar da Bíblia e não
falar de Moisés. Louis Armstrong, nasceu na zona mais pobre de Nova Orleães, conhecida como "campo de batalha" a 4 de Agosto de 1901. Aquando do seu falecimento em 1971, o homem
conhecido em todo o mundo pela alcunha de Satchmo era reconhecidamente o pai do Jazz - a original forma de arte musical americana. A sua influência, tanto como ícone cultural como
artista é universal, incomparável e mantém-se viva ainda hoje. Os feitos de Louis Armstrong são notáveis. Durante a sua carreira, ele: Desenvolveu uma forma de
tocar Jazz, quer como instrumentista quer vocalista que influenciou com enorme impacto todos os músicos que o precederam; Gravou canções que foram sucesso durante mais de cinco
décadas e a sua música é ainda hoje ouvida e tocada na rádio, televisão e no cinema; Escreveu duas auto-biografias, mais de dez artigos para magazines, centenas de
páginas de memórias e milhares de letras para canções; Actuou em mais de 30 filmes como actor dotado de um suberbo sentido cómico, sentido de timing e irradiante
alegria de viver; Compoz dezenas de canções que se tornaram clássicos do Jazz; Actuou em mais de 300 concertos por ano, em frequentes tournés pelo mundo grangeando assim o
título de "Embaixador Satch"; e Tornou-se uma das primeiras e maiores celebridades do século XX. Durante anos, Louis foi entretainer de milhões de pessoas, desde cabeças
coroadas, a chefes de estado e a simples e humilde gente do povo. Apesar da sua fama, viveu uma vida simples habitando um bairro de classe média trabalhadora. Até hoje, todos gostam de
Satchmo e ao mencionar-se o seu nome as pessoas ainda sorriem. Este Wonderfull World em que vivemos seria bem mais triste e feio sem a sua música e sem a sua eterna memória de sorriso
sempre aberto naquela voz rouca inconfundível. Esta semana em Sons Que Ouço trazemos aqui a homenagem ao grande Louis Armstrong. Bons Sons! Site Oficial Discografia Biografia
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Sat February 23 2008
Miles Dewey Davis Jr. nasceu a 26 de Maio de 1926 na cidade de Alton, Illinois. Considerado o melhor disco de jazz de todos os tempos, Kind of Blue de...
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Miles Dewey Davis Jr. nasceu a 26 de Maio de 1926 na cidade de Alton, Illinois. Considerado o melhor disco de jazz de todos os tempos, Kind of Blue de Miles Davis, nasceu no mesmo ano que eu nasci -
1959. Um grande ano diga-se de passagem, porque foi o final de uma década de ouro na música Jazz. Miles Davis efetivamente constitui sozinho um capítulo à parte dentro da
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Miles Dewey Davis Jr. nasceu a 26 de Maio de 1926 na cidade de Alton, Illinois. Considerado o melhor disco de jazz de todos os tempos, Kind of Blue de Miles Davis, nasceu no mesmo ano que eu nasci -
1959. Um grande ano diga-se de passagem, porque foi o final de uma década de ouro na música Jazz. Miles Davis efetivamente constitui sozinho um capítulo à parte dentro da
história do Jazz. Pode dizer-se sem medo de errar que ele foi uma verdadeira força propulsora do estilo durante mais de quarenta anos. Seu som de trompete puro, macio e quase sem
vibrato, emitido frequentemente com o uso da surdina e seu fraseado conciso e despojado tornaram-se marcas registradas. De personalidade difícil, às vezes contraditória
também, foi fundador do cool jazz, do jazz modal, do jazz-rock e da fusão. Miles fez da renovação das linguagens o principal impulso gerador da sua música. Sua
carreira, inciada dentro do bebop, apresentou uma fase brilhante já em 1948-1950, com a formação da célebre Miles Davis-Capitol Orchestra, em que o genial arranjador Gil
Evans começou a escrever verdadeiras obras-primas que davam todas as condições para a expressividade de Miles. A colaboração Miles-Evans continuou ao longo dos anos
50. Os arranjos de Evans não têm paralelo em nenhuma big band: trata-se de peças impressionistas, com estruturas elaboradas, texturas timbrísticas sofisticadas, revelando
influências variadas que incluíam, por exemplo, a música espanhola. Paralelamente ao trabalho com Gil Evans, Miles dava, a partir de 1949, os contornos ao nascente estilo cool,
eminentemente apropriado à sua maneira intimista de tocar, gravando as sessões intituladas Birth of the Cool. De 1956 em diante, Miles lidera um quinteto/sexteto que, em suas
várias formações, entraria para a história do jazz. Para se ter uma idéia dos talentos envolvidos, inicialmente o quinteto contava com o saxofonista John Coltrane,
o pianista Red Garland, o contrabaixista Paul Chambers e o baterista Philly Joe Jones, esta formação gravou a série de discos intitulados Relaxin', Workin' , Steamin' , e Cookin'
. Com a entrada do sax alto Cannonball Adderley, o conjunto se tranformou no sexteto que gravou Milestones. Em 1959, Red Garland foi substituído por Bill Evans e Wynton Kelly, que se revezavam
ao piano, e Jones cedeu o lugar a Jimmy Cobb, no sexteto que gravou um dos discos mais cult do jazz de todos os tempos, Kind of Blue. Com esse grupo, Miles começou a explorar o jazz modal,
usando combinações harmônicas mais livres do que a harmonia tonal tradicional e improvisando mais sobre os acordes do que sobre a melodia do tema. Em 1960-1961, houve pequenas
mudanças, mas a base era mantida: ora Cannonball Adderley cedia o lugar a Sonny Stitt ou Hank Mobley, ora Jones voltava a assumir a bateria, o grupo também podia se reduzir a um
quinteto, com apenas Coltrane como sax tenor. Paralelamente ao trabalho com quinteto e sexteto, Miles retoma a colaboração com Gil Evans e grava (respectivamente, em 1958 e 1960) duas
obras-primas absolutas com orquestra: Porgy and Bess e Sketches of Spain. Em 1964, surgiu uma formação inteiramente nova do sexteto, com George Coleman ao sax tenor, Herbie Hancock ao
piano, Ron Carter ao contrabaixo e o brilhante adolescente Tony Williams à bateria. (Hancock, Carter e Williams ocasionalmente foram substituídos, respectivamente, por Frank Butler,
Richard Davis e Victor Feldman). Em 1965, a chegada do talentoso saxtenorista e compositor Wayne Shorter dá consistência ainda maior ao grupo. Ao lado de Shorter, Hancock, Carter e
Williams, Miles grava discos como E.S.P., Miles Smiles, Sorcerer, Nefertiti e são recolhidos notáveis registros de shows ao vivo no Plugged Nickel Club de Chicago (hoje restaurados em
sua totalidade, constituindo aquilo que Richard Cook e Brian Morton denominaram "a Pedra de Roseta do
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Sun March 04 2007
Charles Christopher Parker Jr. nasceu a 29 de Agosto de 1920 na cidade do Kansas. Aos 13 anos ingressou no “Lincoln College” onde desperto...
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Charles Christopher Parker Jr. nasceu a 29 de Agosto de 1920 na cidade do Kansas. Aos 13 anos ingressou no “Lincoln College” onde despertou o seu interesse para a música e
começa a estudar baixo sob a direcção de Alonzo Lewis. Na banda do colégio colocaram Parker a tocar Tuba, mas a mãe considerou este um instrumento pouco adequado
para Parker ...
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Charles Christopher Parker Jr. nasceu a 29 de Agosto de 1920 na cidade do Kansas. Aos 13 anos ingressou no “Lincoln College” onde despertou o seu interesse para a música e
começa a estudar baixo sob a direcção de Alonzo Lewis. Na banda do colégio colocaram Parker a tocar Tuba, mas a mãe considerou este um instrumento pouco adequado
para Parker e comprou-lhe o seu primeiro sax alto. Parker aprendeu de forma autodidata tentando imitar saxofonistas da cidade de Kansas como Ben Webster e sobretudo Lester Young. Em 1935, e com
somente 15 anos, consegue a carteira profissional de músico no “Local 627”, Sindicato dos Músicos de Kansas. Tinha acabado de se casar com uma colega do colégio, ia
ser pai e tinha experimentado já, todo o tipo de estupefacientes numa cidade cujo Mayor era Tom Pendergast, um notório gangster. Em 1938, depois do clarinetista, Buster Smith o ter
aconselhado sobre as técnicas do saxofone e o uso adequado das boquilhas e canas, Parker decide ir até Chicago e dai salta para Nova York. Sobrevive a lavar pratos num restaurante onde
Art Tatum tocava piano e ao fim de quatro anos, com a sua carteira profissional de músico e algumas experiências importantes, Charlie Parker entra para a orquestra de Jay McShann com
quem permanecerá até 1942, sendo um elemento fundamental na secção de saxes. Com Jay McShann, gravará os seus primeiros discos e desenvolverá o génio
extraordinário que se revelaria depois. Durante uma das estadias da orquestra no Savoy de Harlem, cruza-se pela primeira vez com aquele que será o seu alter ego musical, o trompetista
Dizzy Gillespie. Quando McShann, decide regressar com a orquestra à cidade de Kansas, Parker opta por ficar em Nova York e participar na agitada vida musical da cidade. As suas sessões
de Jam, eram diárias nesse tempo, e um contrato com a orquestra de Earl Hines proporcionava-lhe o seu sustento económico. Desse período não existem gravações
pois estava interdito de gravar pelo contrato que assinara com Earl Hines, contrato que se prolongou até 1944. Naquela banda, cantava um músico que posteriormente formaria a primeira
banda de BeBop da história. Estamos a falar da orquestra de Billy Eckstines e nela desfilaram os futuros gigantes do Jazz Moderno: Art Blakey, Miles Davis ou Tadd Dameron. “Bird”,
alcunha pela qual era conhecido, deixou a orquestra e forma um quarteto para tocar no Clube “Three Deuces” na Rua 52 numa sessão liderada pelo guitarrista Tiny Grimes para a
etiqueta Savoy. O BeBop estava a surgir. Em 1942, Charlie Parker gravará com Dizzy Gillespie, uma série de discos que para a história ficaram como verdadeiros testemunhos dessa
nova forma de Jazz. A música contida nas sessões do Savoy (1944-1948) e Dial (1945-1947) são indiscutivelmente clássicos do Jazz. Em Dezembro desse ano, encabeçando
com Dizzy, um sexteto de estrelas, põe-se a caminho da Califórnia com um contrato para tocar no Club “Billy Berg’s” de Los Angeles mas a experiência revela-se um
fracasso quer musical quer económico. A dependência de Parker à heroína é total e há noites que nem aparece no clube, o que provoca uma
irritação em Dizzy Gillespie que decide não tocar mais com ele, decisão que cumpre com raríssimas excepções. Quando Gillespie regressa a Nova York,
Parker permanece em Los Angeles dada a facilidade em encontrar por ali heroína. O seu organismo não resistiu e teve de ser internado no Hospital Psiquiátrico de Camarillo, depois
de uma sessão de gravação fatídica da qual resultou um angustiante “Lover Man” com Parker quase sem poder segurar no Sax. Sete meses depois, desintoxicado mas
não curado, regressa a Nova York e iniciará a partir de 1947 e durante quatro anos a etapa mais brilhante e criativa da sua carreira. Charlie Parker, levou a mensagem do BeBop aos
clubes mais importantes de Nova York – incluindo o que inauguraram em 1949 perto da Brodway e que batizaram de “Birdland” em sua honra – e às pr
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